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From Mictlan With Love

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El Día de Muertos en México tiene sus orígenes en la época prehispánica, etnias como los Mexicas, Mayas, Purépechas, Nahuas y Totonacas lo celebraban en el noveno mes del Calendario Solar Mexica y era presidido por la Diosa Mictecacíhuatl (Dama de la Muerte). La conquista espiritual impuesta por los españoles produjo un interesante sincretismo religioso. Una de las demostraciones más ricas de esta mezcla es la Noche de Muertos, donde el concepto indígena de la muerte juega con las ideas cristianas del “más allá”. Se creía que los muertos necesitaban comida para llegar a su destino final, por lo que al morir se dejaba junto a ellos comida, agua, ofrendas y diversos objetos. Esta tradición se mezcló y adaptó al calendario cristiano en los días 1 y 2 de noviembre. El 1 de noviembre es Todos los Santos dedicado a los niños difuntos y el día 2 a los difuntos mayores. Se cree que en estos días los difuntos regresan a visitar a sus seres queridos.

El lago de Pátzcuaro y su isla Janitzio se…

Just Waiting

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A ligeireza da ressaca de dois dias por ambientes soturnos e modernos de encher a parte musical do cérebro indutor da serotonina corporal que o obriga ao movimento de astro crescente, contrasta com a seriedade da fila na porta de são tiago por consumos e volta perdida pelo auditório vita e triângulo de são vítor. Foi o tempo morto da boavista à trindade, com café, donuts e plataformas abertas à noite fria que sopra os gelados ponteiros ao contrário; a conversa fora entabulada pela solidão esquadrejada em momentos francos de recordações felizes; aparamento do pescoço a toda a volta para oferenda sacrificial com os meses em falta repletos de tédio brutal.



A Gioconda estreou na quinta, depois do submetimento ao conto erótico, algumas chamadas da esplanada para confrontar as misérias entre modos de vida citadinos com escala nas escolhas forçadas do retorno às lezírias, lagoas e planaltos com culturas nopais e alfarrábicas (já nem se constrói em cidade, temos de reocupar os campos!). Assi…

A Decade

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«La gente desta tierra que habita desde la isla de Cozumel y punta de Yucatán hasta donde nosotros estamos es una gente de mediana estatura, de cuerpos y gestos bien proporcionada, excepto que en cada provincia se diferencian ellos mismos los gestos, unos horadándose las orejas y poniéndose en ellas muy grandes y feas cosas […], y los vestidos que traen es como de almaizales muy pintados, y los hombres traen tapadas sus vergüenzas y encima del cuerpo unas mantas muy delgadas y pintadas a manera de alquizales moriscos, y las mujeres y de la gente común traen unas mantas muy pintadas desde la cintura hasta los pies y otras que les cubren las tetas, y todo lo demás traen descubierto […]; y los mantenimientos que tienen es maíz y algunos ajís […] y patata yuca como la que comen en la isla de Cuba, y cómenla asada, porque no hacen pan della […]. Hay algunos pueblos grandes y bien concertados; las casas, en las partes que alcanzan piedra son de cal y canto, y los aposentos dellas, pequeños…

wings

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"When you look at a precious stone you're trying to figure out what it is about this thing that is so enticing. In each of these songs there's something that is enticing … for me it's the rhythm, for other people it's the textures. The textures keep changing. The tracks take you on a journey. [...] there's a lot of software I can use to create strange noises, taking normal instruments and twisting them into something else. But on this album a lot comes from the rhythm because most of the record was written not on a piano or guitar but on a rhythm machine. I love the way hip-hop drives the funk by making the backbeat really lazy. On most digital drum machines there's a button that says "swing" on it and that gives you the amount of lateness or laziness on the backbeat. A lot of the drummers I used tried to straighten out the beat but my real intention was to never straighten it out, to have it stagger along. 
A lot of records use technology to …

Style it Takes

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You've got the money, I've got the time
you want your freedom, make your freedom mine
'Cause I've got the style it takes
and money is all that it takes

You've got connections, I've got the art
you like attention and I like your looks
And I have the style it takes
and you know the people it takes

Why don't you sit right over there
we'll do a movie portrait
I'll turn the camera on
And I won't even be there
a portrait that moves, you look great I think

I'll put the Empire State Building on your wall
for 24 hours glowing on your wall
Watch the sun rise above it in your room
wallpaper art, a great view

I've got a Brillo box and I say it's art
it's the same one you can buy at any supermarket
'Cause I've got the style it takes
and you've got the people it takes

This is a rock group called The Velvet Underground
I show movies on them, do you like their sound
'Cause they have a style that grates
and I have art to make

Let…

Inside Job

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«Infelizmente, a solução islandesa só é possível num país que se habituou a viver como a Islândia. Não é preciso ter lido Laxness, é claro, mas ajuda bastante a compreender que, para um islandês, mesmo nos anos de ouro, um cêntimo era um cêntimo. Há uns anos, os exemplos de esbanjamento europeu seriam (eram) chocantes para qualquer islandês que soubesse fazer contas de somar ou subtrair. Os sacerdotes do exemplo islandês não compreenderam que tudo tem a ver com o modo de vida. E que um modo de vida que sustenta o «estado social» não pode construir estádios nem auto-estradas com dinheiro que não existe. Por isso deixaram cair os bancos; como penalizaram drasticamente os responsáveis políticos pelo endividamento — porque foi o endividamento excessivo, com ou sem bancos, que pôs em risco o «estado social» e impediu o «investimento público». Não se pode ter tudo. Uns meses de Islândia faziam bem aos profetas do crescimento sem dor.»
Francisco José Viegas no seu Blog a 17 de …

frugal thrift

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Uma vez que os eixos das grandes viagens convergem, mudamos o ritual para as terças e assim atualizamos a passagem dos dias lentos no tédio febril, mantendo o equilíbrio entre o seco frio de antes e o calor húmido de agora. A espera entre os morzinhos com filmes e álbum pelo meio da colheita caseira, a mesma prenda partilhada num intervalo de distância de línguas, apreciar a subtileza dos azulejos limpos e contemplar a força das ondas no horizonte cinzento; saltamos o deslize, ensinamos a nova empregada da velha arranjada, encontramo-nos mais próximos de uma quase espiritualidade. E pelo meio a amena angústia das horas com aproximação regular ao centro enquanto o prazo para o antídoto gripal termina e chega a factura da ascese suicida de há três anos.




De este lado del camino,
sin buscar ningún destino
y aunque el trazo no es muy fino
de este lado del camino.

Si mi cara está arrugada
y mis manos empolvadas,
no ha de ser cosa muy rara,
si mi cara está arrugada.

He esperado tant…

Carnage

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«Impressionante sensação de não saber para onde vou. Sensação de que a saliva se transforma em cinza. Olho a paisagem pelo rectângulo da janela do expresso, o sol desce devagar, os sobreiros enrubescem, a "estrada" é uma ideia que nunca acaba, nada tem a ver com a kilometragem a percorrer ou percorrida. A estrada é uma concepção que não se realiza. Não é um princípio nem fim, é apenas meio, que é sempre o lugar onde me sinto, no meio de alguma estrada_mental. Sines, ao longe, cercada pela refinaria e petroquímica iluminadas. Aproxima-me doutro planeta, o mundo parece querer terminar aqui. O mar sob a lua, um rasgão de prata nocturno coalhado de astros. Quando o olho do meu terraço na rua do Forte, o mar não passa de uma superfície azul-chumbo, ou azul-etéreo, ou simplesmente não está ali. O mar é uma miragem azul que eu construo diariamente dentro de mim. O mar só existe quando o olho, de resto, só nos sonhos encontro o azul que dele se soltou.


Anoiteceu. A vila está cercad…

Ars Amatoria

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...La presenza perciò del compositore nell’esecuzione di questa specie di musica è, per modo di dire, tanto necessaria, quanto la presenza del sole nell’opere della natura. Egli n’è assolutamente l’anima e la vita, e senza di lui tutta resta nella confusione e nelle tenebre. Ma bisogna prepararsi a questi ostacoli finché vi sarà al mondo della gente, che si creda autorizzata a decidere sull’arti belle, perché ha il privilegio d’aver un par d’occhi ed un par d’orecchi, non importa come. È un difetto per sventura troppo commune fra gli uomini la mania di voler parlare delle cose appunto, che meno intendono, ed io ho veduto ultimamente uno de’ più gran filosofi del secolo impacciarsi a scriver di musica e avanzar come oracoli: “Sogni di ciechi e fole di romanzi”.
Vostra Altezza avrà di già letto il dramma del Paride e avrà osservato, che non somministra alla fantasia del compositore quelle passioni forti, quelle immagini grandi e quelle situazioni tragiche, che nell’Alceste scuotono gl…

epistula heroin

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[...]
It's shameful to start preferring a stolen woman to your country.
It's a cause of shame to you: a just husband takes up arms. Don't expect the Spartan to be loyal to you, if you're wise, she who fell so quickly into your embrace. Like Menelaus who cries out at the desecration of his marriage bed, and wounded grieves at this love for a stranger, you will also cry. Wounded chastity is restored by no art: it remains lost for ever. She's on fire with your love: just so, she loved Menelaus; now, too trusting, he lies there in an empty bed. Happy Andromache is truly married to a good husband: take your brother's wife as an example.
You are lighter than leaves, without weight of sap, flying along, dried by the fickle winds. And there's less weight in you than a fragile ear of wheat, that stiffens, parched by the continual sun. Your sister Cassandra once chanted, (now I recall) prophesying to me, with her hair unbound: "What are you doing, Oenone? Why s…