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A mostrar mensagens de abril, 2014

everything

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Everything, anything I see Anything, everything I feel Everyday anytime I know Anything everyone has to go Champagne lingers in my glass The party's over I see my reflection, sipping And it reminds me I'd like to see you Having more fun If you can I look at you But it's me I see It's everything I know ( it's me I see ) It's everything I feel ( it's me I see ) It's everything and everyone around me that I see Everything is real Everything I feel In my mirror I see myself In that mirror Inside myself Sometimes I feel it coming to me Thinking of you when I'm looking at my body I can touch myself with my own understanding My resolution to be broken That I see now And it's me I see It's everything I know ( it's me I see ) It's everything I feel ( it's me I see ) And it's everything and everyone around me that I know Everything is real Everything I feel No real solutions In clipping ...

Blumengruß

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Field of poppies - Vincent van Gogh ( Oil on Canvas ) Auvers-sur-Oise, France: June, 1890 Das Beet, schon lockert sichs in die Höh! Da wanken Glöckchen so weiß wie Schnee; Safran entfalltet gewaltge Glut, Smaragden keimt es und keimt wie Blut; Primeln stolzieren so naseweis, Schalkhafte Veilchen, versteckt mit Fleiß; Was such noch alles da regt und webt, Genug, der Frühling, er wirkt und lebt. Doch was im Garten am reichsten blüht, Das ist des Liebchens lieblich Gemüt. Da glühen Blicke mir immerfort, Erregend Liedchen, erheiternd Wort, Ein immer offen, ein Blütenherz, Im Ernste freundlich und rein im Scherz. Wenn Ros und Lilie der Sommer bringt, Er doch vergebens mit Liebchen ringt. Der Strauß, den ich [gepflücket], [Grüße] dich viel tausendmal! Ich [habe] mich oft gebücket, Ach, wohl eintausendmal, Und ihn ans Herz gedrücket [Wie] hunderttausendmal!

Monstrous

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Everything and nothing matters now, with you Hold your hair back if you feel unwell, do you? Every night's the mark of a new day and every day's the mark of something new Promise that you'll follow me This wasn't meant for me and you So hold on tight to everything you love Honestly it's all I care about Hold on tight to everything you love Honestly it's all I'm thinking of Hold on tight to everything you care about Hopelessly it's all I dream about Hold on tight cause this might be the last time we dance Didn't say you couldn't do it well Only said perhaps to try again I could never stop from listening in And someone's left the car engine running Every night's the mark of a new day And everyday's the mark of something new Promise that you'll follow me I couldn't stand to be alone And it could wait Wait for the after show I've got four more so why you bawling for? I've got to ...

Monument

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Era uma vez um país onde entre o mar e a guerra vivia o mais infeliz dos povos à beira-terra. Onde entre vinhas sobredos vales socalcos searas serras atalhos veredas lezírias e praias claras um povo se debruçava como um vime de tristeza sobre um rio onde mirava a sua própria pobreza. Era uma vez um país onde o pão era contado onde quem tinha a raiz tinha o fruto arrecadado onde quem tinha o dinheiro tinha o operário algemado onde suava o ceifeiro que dormia com o gado onde tossia o mineiro em Aljustrel ajustado onde morria primeiro quem nascia desgraçado. Era uma vez um país de tal maneira explorado pelos consórcios fabris pelo mando acumulado pelas ideias nazis pelo dinheiro estragado pelo dobrar da cerviz pelo trabalho amarrado que até hoje já se diz que nos tempos do passado se chamava esse país Portugal suicidado. Ali nas vinhas sobredos vales socalcos searas serras atalhos veredas lezírias e praias claras vivia um povo tão pobre que ...

Na Gaiola

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"Olhei para o rio, lá em baixo. Via as luzes amarelas do cais, os carros a passarem e um barco todo iluminado. E pensava no quadradinho do «Avante» onde publicavam as contribuições e num raio duma coisa para figurar na lista, à frente da minha quinhentola e ao lado das dos outros todos que assinavam «Viva Lenine», «O Amanhã é nosso» e coisas assim. - Então? Patrício estava a juntar a nota que eu lhe dera a duas outras já dobradas. Depois, guardou-as num dos bolsos da carteira. Tinha uma folha de papel pequenina e estava à espera para escrever o que eu dissesse, debaixo do que já lá tinha escrito e eu olhava para o barco e só me apetecia dizer «prestação para um lugar cativo na revolução», mas não disse. Disse: - À cabeçada, venceremos. Rimo-nos. Depois, ele disse: - Não. Sério. Vá lá. - É pá. Põe qualquer coisa. Ele pegou na esferográfica, pôs o papelinho em cima da carteira e escreveu. - Ponho Zé Pedro. Tá bem? Olhámo-nos. Depois sorrimo-nos. ...

Después

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Depois da visita pascal às terras da mãe dolorosa, confrontada com a súplica do filho que responde às lanças e cravos (é apenas uma pilha de erros!), coroado de minis pela barrada, pinheiro e penedos próximos na via dos estagiários em estúdio e empreendimento agrícola de tuna e alfarroba; depois do delineamento dos caminhos em falta entre a várzea, o monte da preguiça e malfrade, na imensidão dos flocos de esteva e a ponta invadida junto ao farol, interrompida pela língua da velha cacela. Depois do regresso em família pela nacional à chuva, da preparação da esplanada no jardim da feira com jornal e actualizações das vidas dos antigos parceiros (por testes, visitas de estudo e afins), depois de engolido por uma maré vermelha de voz, luz e povo pelo meio do marquês, de camas feitas na estefânia, cantos partilhados com amigos e sofás das eternas (incluindo um rover e suas voltas pelo celeiro e carmo, camões ao amanhecer). Depois da laranja comida desde a graça à ladra, táxi...

Gabo

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Head nº2 by Naum Gabo - Tate Liverpool «Ao amanhecer, quando por fim acabou o vento, começaram a cair umas gotas de chuva grossa e separadas que apagaram as últimas brasas e endureceram as cinzas fumegantes da mansão. A gente da aldeia, índios na sua maioria, tentava resgatar os restos do desastre: o cadáver carbonizado da avestruz, a armação do piano dourado, o torso de uma estátua. A avó contemplava com um abatimento impenetrável os resíduos da sua fortuna. Eréndira, sentada entre os dois túmulos dos Amadises, tinha parado de chorar. Quando a avó se convenceu de que sobravam muito poucas coisas intactas entre os escombros, olhou para a neta com sincera pena. - Minha pobre filha - suspirou. - A vida não te vai chegar para me pagares este percalço. Começou a pagá-lo nesse mesmo dia, debaixo do estrondo da chuva, quando foi levada ao tendeiro da aldeia, um viúvo esquálido e sete-mesinho que era muito conhecido no deserto porque pagava a bom preço a virgindade. Perant...

Physical

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UK girls like coffee Boys like daddy You can shasei Do your real slow Make me happy Make me feel good You could love me Let's get physical, physical I wanna get physical Lets get into physical Let me hear your body talk Your body talk Let me hear your body talk I wanna get physical, physical I wanna get physical Let's get into physical Let me hear your body talk Your body talk Let me hear your body talk Make me happy Make me feel good You could Watch me, watching, watch you Make me feel good Make me feel good Let's get physical, physical I wanna get physical Let's get into physical Let me hear your body talk Your body talk Let me hear your body talk I wanna get physical, physical I wanna get physical Lets get into physical Let me hear your body talk Kipner, Stephen Alan & Shaddick, Terence John   

Doves

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Eram mais de quarenta, seguramente. Viviam na gaiola gigante a elas destinada, partilhando a estrutura com outras menores para coelhos, canários e periquitos. Havia ainda, ao lado desta rectangular maior, outra menor para os cães. Logo abaixo do bloco em "L" construído para montar os equipamentos sanitários no primeiro andar do palacete, a casa de banho virada para o quintal era a privada do quarto dos pais, com luminosa marquise envidraçada. E dali ecoava por toda a habitação o arrulhar constante que cá por baixo muitas vezes resultava ensurdecedor. As três espécies originais (de colar, bravas e brancas) iam-se cruzando em ovos chocados nos nichos verticais feitos a propósito na parede interior, donde resultavam padrões mais suaves em degradê ou esfíngicos, quase metade_metade. O cu_curú  foi banda sonora permanente da minha infância, entre cortado pelos risos e correrias pré_adolescentes que frequentavam o rés-do-chão. Eram uma paixão do pai; não sei a razão mas sei-o no c...

Close Call

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Fountain - Marcel Duchamp, 1917 Senti o braço mais longo do que a perna e o coração mais pesado que a cabeça, para onde contudo corre todo o sangue. Falei-te então, de minorias tão pequenas que nem dentro de nós se fazem ouvir. Falei-te de ternuras tão acesas que nem o desejo mais brutal as obscurece. Falei-te de fábulas de homens contadas a animais incrédulos. E ainda que em desvantagem moral e carnal, do discurso me despedi depois de chamada à ordem, depois de ter cortado as garras tributárias do efeito. Mas quando o silêncio me governou, eu mostrei as unhas negras . Regina Guimarães

Fractal

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According to Dr. Rick Strassman , Dimethyltryptamine is a naturally occurring neurotransmitter similar in structure to serotonin. He theorizes that it is created in trace amounts by the pineal gland during normal metabolism, and may be released in massive amounts during birth, death, hallucinations and dreams. This psychedelic drug is found in many plants used by South American shamans. It is also used in certain religious practices, presumably for its ability to induce divine insights, visions and feelings of euphoria. Strassman's studies have even linked high doses of DMT with the perception of alien entities from alternate realities. Between 1990 and 1995, Dr Rick Strassman studied the effects of this extremely short-acting yet intense psychoactive compound using human test subjects. The research generated a wealth of biological and psychological data, much of which was published in scientific journals. So Strassman decided to publish individual accounts from the human...

Bobby's Chill

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Hey there, people, Im Bobby Brown They say Im the cutest boy in town My car is fast, my teeth is shiney I tell all the girls they can kiss my heinie Here I am at a famous school I'm dressin sharp n im Actin cool I got a cheerleader here wants to help with my paper Let her do all the work n maybe later I'll rape her Oh God I am the american dream I do not think Im too extreme An Im a handsome sonofabitch Im gonna get a good job n be real rich (get a good Get a good Get a good Get a good job) Womens liberation Came creepin across the nation I tell you people I was not ready When I fucked this dyke by the name of freddie She made a little speech then, Aw, she tried to make me say when She had my balls in a vice, but she left the dick I guess it's still hooked on, but now it shoots too quick Oh God I am the american dream But now I smell like vaseline An Im a miserable sonofabitch Am I a boy or a lady...i don't know which (I wonder...

kind of

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Had we but world enough, and time, This coyness, lady, were no crime. We would sit down and think which way To walk, and pass our long love's day; Thou by the Indian Ganges' side Shouldst rubies find; I by the tide Of Humber would complain. I would Love you ten years before the Flood; And you should, if you please, refuse Till the conversion of the Jews. My vegetable love should grow Vaster than empires, and more slow. An hundred years should go to praise Thine eyes, and on thy forehead gaze; Two hundred to adore each breast, But thirty thousand to the rest; An age at least to every part, And the last age should show your heart. For, lady, you deserve this state, Nor would I love at lower rate. But at my back I always hear Time's winged chariot hurrying near; And yonder all before us lie Deserts of vast eternity. Thy beauty shall no more be found, Nor, in thy marble vault, shall sound My echoing song; then worms shall try That long preserv...

Against Jonet

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Encontrado na caixa de comentários de uma crónica sobre o caso: Também estes mandamentos !     Mas o melhor é o videoclip | ilustração que supera tudo em crítica mordaz - a realidade ali ao lado! Sobre o dequeismo, ver aqui .

À Toa

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O Primeiro Homem Que lindo mundo! E eu só! Que tortura tamanha! Ninguem! Meu pae é o céu. Minha mãe é a Montanha Os meus cabellos são os pinheiraes sombrios E veias do meu corpo os azulados Rios Nós somos o suor que o Estio asperge e sua, Nós somos, em Janeiro, a agoa-benta da Lua Eu sou a bala, no Ar detida, d'essa guerra Que teve contra Deus, em seu principio, a Terra... E eu uma das maçãs, entre outras a primeira, Que certo Virgem viu cair d'uma Macieira! Tantas ainda por cair! Vinde colhel-as! Abanae a macieira e cairão Estrellas No mar, á noite, reflectimo-nos, a olhar, E formamos, assim, as Estrellas do Mar Sou padre. São d'agoa meus Santos-Evangelhos: Accendei meu altar, relampagos vermelhos! Nós somos (o contrario, embora, seja escripto) Os fogos-tátuos d'esta cova do Infinito... Sou o mar sem borrasca, onde emfim se descança. Aqui, vem desagoar o rio da Esperança Morri, irmãos! mas lá ficaram minhas vestes, No vosso ...

Slow Down

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céu limpo e morrinha duas brigadas nas taipas duas voltas à farmácia um café duplo  dois pacotes de tabaco valor do imposto pelo saldo da estação ao largo para mais uma senda

beau chat

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Théophile-Alexandre Steinlen (fonte daqui ) Viens, mon beau chat, sur mon coeur amoureux; Retiens les griffes de ta patte, Et laisse-moi plonger dans tes beaux yeux, Mêlés de métal et d'agate. Lorsque mes doigts caressent à loisir Ta tête et ton dos élastique, Et que ma main s'enivre du plaisir De palper ton corps électrique, Je vois ma femme en esprit. Son regard, Comme le tien, aimable bête Profond et froid, coupe et fend comme un dard, Et, des pieds jusques à la tête, Un air subtil, un dangereux parfum Nagent autour de son corps brun.   Baudelaire

Boiler Voussoir

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Faz umas semanas que deixei a porta aberta nestas madrugadas, donde se depreende que, ou me tornei habitante oficial de cá ou então o excesso de ácidos láctico e úrico tornaram-se armadilhas para tais níveis de consciência. Desde as reconfortantes visitas do bisnog e da deméter, as noites perenes fazem-se na companhia de novas drogas, com as de sempre e na esperança desse rodopio sonoro; entre a folhagem que surge a ritmos diferentes nos castanheiros da índia, pelos carreiros de serralves , reparo que rebentam agora as suas róseas espigas de floração nos da rua a_diante. Vi a mesma cadência em ordem inversa nas glicínias do portão, antes e após a festa da árvore, intervalada pelas sementeiras e plantação de carreiros intermitentes de alhos e favas; queimadas na fogueira ao relento, melhores conduções para quem sai e apanha frio na primorosa ou sol na marquise depois de jolas, cafés com bolos e empadas na segunda são luís; tentativa de quiz no estúdio mas graças às frances...

Mos Teutonic

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"Veux-tu que nous allions dans la forêt prochaine retrouver l’ombre de ce grand roi Qui rendait la justice à l’ombre de son chêne Et dont le nom est saint trois fois. Suivi de son Joinville et sans garde il s’avance, Manteau de sandal noir et châpeau de paon blanc, Surcot sans manche, simplement, C’est Saint Louis le Roi de France." Jean-Louis Vallas Extrait de son poème couronné par l’Académie française Guillaume de Saint-Pathus , Vie et miracles de Saint Louis - Arrivée à Nicosie «On ne peut faire l’Europe sans s’appuyer sur la géographie et l’Histoire. Certes, les frontières géographiques de l’Europe ne sont pas données une fois pour toutes. Mais, si on fait aller l’Europe jusqu’à l’Irak, pourquoi ne pas y intégrer le Proche-Orient, l’Afrique du Nord, l’Europe de l’Est au moins jusqu’au Caucase ? La considération géographique laisse une marge aux Européens mais leur montre aussi ce qui serait une absurdité. Quant à l’Histoire, elle permet de ...