Palavra
Hearts of the Revolutionaries: Passage of the Planets of the Future (1955) - Joseph Beuys Alto estou a teu lado no verão deitado Alto no esplendor de possuir-te e trocarmos silenciosamente os frutos mais fundos da morte Como se navegasse um rio por dentro e na tua fragilidade encontrasse a minha força Um caminho rigoroso de silêncio Fuga in 'Mesa do Amor' (1970) Peço a paz e o silêncio A paz dos frutos e a música de suas sementes abertas ao vento Peço a paz e meus pulsos traçam na chuva um rosto e um pão Peço a paz silenciosamente a paz a madrugada em cada ovo aberto aos passos leves da morte A paz peço a paz apenas o repouso da luta no barro das mãos uma língua sensível ao sabor do vinho a paz clara a paz quotidiana dos actos que nos cobrem de lama e sol Peço a paz e o silêncio in "Jardins de Guerra" (1966) O problema não é meter o mundo no poema; alimentá-lo de luz, planetas, vegetação. Nem tão-po...
:)
ResponderEliminar